Certo dia, um homem observava uma pequena
abertura em um casulo. Observando-o por várias horas, ele via o modo como o
pequeno animal, uma borboleta, se esforçava para fazer com que seu corpo passasse
através daquela abertura.
Então pareceu ao homem que ela não fazia
progressos em suas tentativas. Assim, o homem decidiu ajuda-la, abrindo o
restante do casulo com uma tesoura. A borboleta, então, saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e
tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta, porque
ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem, prontas para o
vôo. Nada aconteceu. Na verdade, a borboleta passou o resto da vida rastejando,
com um corpo murcho e asas encolhidas.
Ela nunca fora capaz de voar. O que o
homem não compreendia, em sua gentileza e vontade de ajudar, era que o casulo
apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena
abertura se tratava do modo com que Deus fazia para que o fluido do corpo da
borboleta fosse para suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma
que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o
que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar nossas vidas sem qualquer
esforço, e obstáculos, Nós não seriamos tão fortes como poderíamos ter sido.
Nós nunca poderíamos voar. (Isaias. 43:2).
Pr. ABILIO DE
SOUZA
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